De dentro do poeta, a arte funciona como água.
Pode tentar conter toda a arte possível, mas ela encontra uma saída, nem que seja por uma pequena fresta.
O artista (quando não famoso), em sua maior parte do tempo, leva um trabalho paralelo, disfarçado de profissão principal. Esse trabalho serve apenas para pagar as contas diárias e patrocinar a produção de sua própria arte. É sofrido, cansativo e as vezes falta esperança, mas quem sabe, o Rubem Alves esteja certo mesmo, quando já dizia que ostra feliz não faz pérola.
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